Com foco no combate ao Trabalho Infantil e implementação da campanha “Criança não é Mão de Obra”, a equipe do serviço especializado de abordagem social, da Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (Semps), atuou no primeiro dia do Carnaval 2018. Distribuídos nos três circuitos da festa, os técnicos identificaram 37 crianças e adolescentes em situação de risco e violação de direitos.
As equipes identificaram 21 meninos e 16 meninas, sendo 14 deles com idades entre zero e seis anos. Foi constatado um caso de abandono e negligência, 25 casos, de menores de 18 anos, acompanhando os pais, seis exercendo atividade de venda, e cinco em situação de trabalho infantil. As abordagens resultaram em 21 encaminhamentos para os Centros de Convivência, seis para o Conselho Tutelar, um para atendimento no Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), seis para atendimentos nos Centros de Referência da Assistência Social (CREAS) e dois retornos para o lar.
Os técnicos continuarão com as atividades durante os próximos dias do Carnaval de Salvador, implementando o Programa de Combate ao Trabalho Infantil (PETI) com objetivo de garantir a proteção social e combater violação de direitos
Os postos da campanha “Criança não é Mão de Obra” funcionam nos circuitos da festa nos seguintes locais: Praça da Piedade, Ondina, Campo Grande e Praça Castro Alves, e na Escola Santa Terezinha. A pessoa que presenciar situações de violação de direitos contra crianças e adolescentes poderá também registrar sua denúncia, informando o local, para que uma equipe do serviço especializado de abordagem social possa tomar as devidas providências, através do Disque 100.