Texto: Nilson Marinho / Secom PMS
A Copa Salvador Interbairros de Futebol Amador 2026 começa neste domingo (30), com dois jogos de abertura na Arena Planeta, em São Cristóvão. A primeira partida será às 9h, com a categoria Feminina, entre São Cristóvão e Boca do Rio. Em seguida, às 11h, será a vez da categoria masculina Livre, com o confronto entre Catalunha, de Valéria, e Grêmio Praia Grande, da Ilha de Maré.
Promovida pela Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre), em parceria com a Federação Bahiana de Futebol (FBF), a competição reunirá mais de 1,2 mil atletas de 40 equipes, distribuídas entre as categorias Livre masculina, Sub-15 e Feminina. O sorteio que definirá os confrontos das demais equipes será realizado nos próximos dias.
A principal novidade desta edição é a estreia do futebol feminino, com 10 equipes participantes. A iniciativa ocorre diante da realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™ no Brasil, que terá Salvador como uma das cidades-sede.
A edição deste ano também terá aumento na premiação. Enquanto em 2024 foram distribuídos R$ 130 mil, entre valores financeiros, troféus e medalhas, a competição deste ano terá cerca de R$ 200 mil em premiações. Nas categorias Livre masculina e Feminina, serão R$ 70 mil destinados a cada uma. O campeão receberá R$ 40 mil, o vice-campeão ficará com R$ 20 mil e o terceiro colocado receberá R$ 10 mil. Já na categoria Sub-15, a premiação será de R$ 15 mil, sendo R$ 10 mil para o campeão e R$ 5 mil para o vice.
Para Júnior Magalhães, titular da Sempre, além de incentivar a prática esportiva e a integração entre comunidades, a Copa Salvador também busca criar oportunidades para jovens que sonham em seguir carreira no futebol. A competição contará com profissionais responsáveis pela observação de atletas com potencial para encaminhamento a clubes.
“A Copa promove a interação social entre as comunidades, porque são times de vários bairros de Salvador. Então, conseguimos criar essa interação entre diferentes regiões da cidade, essa simbiose, e também possibilitar a revelação de talentos. Temos uma novidade também neste ano. Estamos fazendo contatos com olheiros e clubes. Temos pessoas especializadas que vão identificar talentos e encaminhá-los para equipes, a exemplo de Bahia, Jacuipense e Vitória e, quem sabe, para times de outros estados e até nacionais. A ideia é justamente possibilitar a descoberta de novos talentos”, disse.
O incentivo também passa pela Bolsa Atleta oferecida pela Prefeitura. Os atletas menores de 18 anos que terminarem a competição entre os quatro primeiros colocados terão direito a 12 meses do benefício, no valor de R$ 300 mensais. A medida contempla os participantes da categoria Sub-15. “É uma forma de estimular que eles continuem no esporte e tenham uma condição melhor para seguir nessa trajetória e, quem sabe, chegar ao futebol profissional”, completou o secretário.
Integração – O coordenador de Esportes, Arilson Góis, lembra que a Copa Interbairros funciona como instrumento de inclusão social e de estímulo à descoberta de novos talentos. Ele diz ainda que o torneio está sendo realizado no atual formato desde 2024, quando a Prefeitura retomou a competição após um período de interrupção para reorganização da estrutura esportiva da cidade.
“Além da questão esportiva, um dos principais objetivos da competição é promover a integração entre os bairros e as comunidades. A Copa nasceu com esse propósito e é por isso que a Prefeitura abraça a iniciativa. Sabemos que Salvador tem uma série de desafios e barreiras, e uma das estratégias que enxergamos para enfrentá-los é justamente por meio do esporte e do futebol. Então, o primeiro objetivo é promover essa integração comunitária”, pontuou.
Para representantes das equipes, a iniciativa também representa uma oportunidade de fortalecer o futebol praticado nos bairros. Jackson Monteiro, representante do Tancredo Neves Audax, destacou a inclusão das mulheres e a possibilidade de novos jogadores serem descobertos. “Vemos isso como mais uma oportunidade de revelar novos jogadores e novos atletas, além de fomentar o futebol e o esporte nas comunidades, que é o que a gente mais precisa também”, afirma.
Futebol feminino – A coordenadora da Copa Interbairros na categoria feminina, Rosana Vigas, lembra que a adesão das equipes femininas foi expressiva, justamente pela carência de competições voltadas para a modalidade em Salvador e na Bahia. As participantes não terão custos com inscrição ou arbitragem e receberão material esportivo, além de concorrerem à premiação em dinheiro.
“É necessário que todas as mulheres que gostam de jogar futebol, assim como as meninas das futuras gerações, entendam que o futebol feminino pode ser uma profissão. Todas nós temos direito à prática esportiva e ao lazer. A nossa adesão foi maciça. O futebol feminino na Bahia e em Salvador ainda é carente de competições. Quando são abertas oportunidades, todo mundo quer participar”, afirma.
Acesse a galeria de fotos: https://comunicacao.salvador.ba.gov.br/copa-salvador-interbairros-de-futebol-amador-2026/ .
Texto: Priscila Machado / Secom PMS
Depois de viver cerca de seis anos em situação de rua, Daniel David Rosa dos Santos, de 25 anos, hoje ajuda outras pessoas que enfrentam a mesma realidade. Beneficiário do Programa Vida Nova Empregabilidade, da Prefeitura de Salvador, ele transformou a própria história e, atualmente, atua como educador social em uma Unidade de Acolhimento Institucional (UAI), onde utiliza a experiência de vida para incentivar quem busca um recomeço.
Criado pela Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre), o Vida Nova Empregabilidade promove a inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade social e em situação de rua por meio da empregabilidade, do suporte à autonomia habitacional e do acompanhamento psicossocial.
Os participantes são encaminhados, inicialmente, para uma vaga de trabalho na própria estrutura da secretaria. Além da inserção em postos formais de trabalho, recebem auxílio-aluguel, auxílio complementar para a compra de móveis e acompanhamento psicossocial.
Atualmente, 40 pessoas estão ativas no programa. Daniel é uma delas. Natural de Salvador e morador de Periperi, ele viveu durante cerca de seis anos nas ruas do Comércio até ser atendido pelo Serviço Especializado em Abordagem Social (Seas) da Prefeitura e encaminhado para a Unidade de Acolhimento Institucional (UAI) de Cajazeiras, serviço e estrutura administrados pela Sempre.
“Eu fui para o abrigo [Unidade de Acolhimento Institucional] e, depois de dois meses, me informaram que eu tinha sido aprovado para a primeira etapa do Vida Nova. Ingressei em novembro do ano passado e atualmente trabalho como educador social na UAI de Pirajá”, conta.
Ele utiliza a própria trajetória como incentivo para outras pessoas que vivem a mesma realidade que enfrentou. “Eu sempre conto a minha história para quem chega, para que eles vejam que também podem sair das ruas. A maioria chega às unidades como eu chegava antes, sem esperança, pensando em pegar o aluguel e ir para a rua novamente. Hoje, eu conto a minha história, digo que tem jeito e tento motivar outras pessoas”, afirma.
Daniel também valoriza cada conquista alcançada: “É bom demais ter a minha casa e as minhas coisas. Eu posso chegar e sair a hora que eu quiser, tenho a minha cama confortável, tenho a minha televisão para assistir a um filme ou a uma novela, tenho uma geladeira para beber a minha água gelada e conservar o meu alimento, tenho o meu fogão para fazer a minha comida e, principalmente, tenho o meu salário, que eu sei que vai cair na minha conta certinho”.
Qualificação – Além do trabalho, o jovem participa das capacitações oferecidas pelo programa, por meio de uma parceria da Sempre com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda (Semdec), e afirma que os aprendizados vão além da vida profissional.
“Nós aprendemos a fazer currículo, o que escrever, como controlar as nossas finanças, porque antes eu não sabia, pegava o dinheiro e saía gastando. Hoje eu sei como calcular, o que eu posso gastar. É bom porque aprendemos a cuidar da vida”, destaca.
Entre os planos para o futuro estão concluir os estudos, cursar uma graduação em Educação Física e conquistar a primeira moto. “A mensagem que eu deixo para outras pessoas que vivem nas ruas hoje é que nada está perdido. Tudo está nas mãos de Deus e sempre tem que ter esperança e querer, porque sem força de vontade a gente não consegue conquistar nada”, conclui.
Texto: Ascom Sempre
Com a meta de alcançar 12 mil famílias de crianças e adolescentes (de 0 a 18 anos) com deficiência beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), a Prefeitura de Salvador ampliou a busca ativa em visitas domiciliares. A ação ocorre no âmbito do programa BPC na Escola, cujo objetivo é identificar e eliminar barreiras que dificultem o acesso e a permanência deste público na escola.
Vinculados aos 28 Centros de Referência de Assistência Social (Cras) da capital baiana, mais de 50 técnicos referenciados realizam o trabalho em campo, com a aplicação do Questionário de Identificação de Barreiras. O diagnóstico obtido orientará o acompanhamento contínuo oferecido pela rede Cras para a superação das dificuldades identificadas. A iniciativa integra a programação da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla (21 a 28 de agosto).
O titular da Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre), Júnior Magalhães, ressalta o alcance do programa e aponta que a educação inclusiva é um dos pilares do desenvolvimento social.
“É uma grande alegria lançar o BPC na Escola integrado à nossa rede de Cras em Salvador. É nesse espaço que as famílias encontrarão o suporte necessário para superar as barreiras diagnosticadas, seja pelo encaminhamento a outros serviços socioassistenciais, seja pela articulação direta com as redes de educação e saúde. Sabemos que as mães atípicas, por exemplo, precisam do apoio do poder público para assegurar o direito de seus filhos à educação. Cada visita representa um passo concreto rumo a uma cidade mais inclusiva”, diz o secretário.
O BPC na Escola é desenvolvido de forma articulada entre a gestão municipal e o governo federal, unindo as áreas de assistência social, educação, saúde e direitos humanos.
Texto: Ana Virgínia Vilalva/ Secom PMS
A 14ª edição do Viver Salvador nos Bairros será realizada neste sábado (29), na Praça Edvaldo Dias, em Mangabeira, no bairro de Cajazeiras VIII, das 8h às 13h. Promovida pela Prefeitura, a iniciativa reúne serviços gratuitos de diversas áreas para aproximar os moradores das políticas públicas municipais, evitando o deslocamento para outras regiões da cidade.
Na edição passada, realizada no bairro da Palestina, foram registrados quase 2,8 mil atendimentos. Com isso, o projeto já soma quase 30 mil atendimentos em Salvador, incluindo ações nas áreas de saúde, assistência social, trabalho, cidadania, cultura, lazer, educação, beleza e bem-estar.
Entre os serviços de saúde estão a emissão da segunda via do Cartão SUS, atendimentos médicos clínicos e pediátricos, odontologia, vacinação humana e animal, aferição de pressão arterial e frequência cardíaca, exames cardiológicos, ultrassonografia e mamografia.
Também serão oferecidos planejamento familiar, encaminhamentos para laqueadura e vasectomia, inserção de DIU, histeroscopia cirúrgica e orientações sobre métodos contraceptivos.
A programação inclui ainda terapias integrativas e complementares, testes rápidos para Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e o Simplifica Saúde, com informações sobre marcação de consultas e exames especializados. Para os animais domésticos, além da vacinação, acontecerá o agendamento para castração.
Quem está em busca de emprego poderá contar com o Serviço Municipal de Intermediação de Mão de Obra (Simm), que oferecerá orientação para elaboração de currículos e inscrição em cursos de capacitação.
Na área social, serão disponibilizados serviços de inscrição e atualização do Cadastro Único (CadÚnico), atendimentos dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), orientações para o programa Minha Casa, Minha Vida e atendimento do Escritório Público para melhorias habitacionais.
A programação inclui ainda emissão da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), atendimento do Cram em Movimento, voltado para mulheres, serviços da Ouvidoria e de Defesa do Consumidor, SAC do Empreendedor, regularização de taxas municipais e atendimentos da Neoenergia Coelba. Também haverá orientação para acesso ao Salvador Digital e à plataforma GOV.BR.
Cultura, lazer e inclusão – O público poderá participar ainda de atividades culturais e recreativas, como exposição de mosaicos, circuito de bicicletas infantis, recreação, pinturas, atrações circenses, oficina de grafite, apresentações de artistas locais, dança e atividades esportivas.
Na área de beleza e bem-estar, serão oferecidos serviços de esmaltação, massoterapia, design de sobrancelhas e tranças. A programação também contempla ações de inclusão e cidadania, com rodas de conversa para mães atípicas e orientações sobre direitos e acesso a programas destinados à população negra, pessoas LGBT+, comunidades quilombolas e povos e comunidades de terreiro.
A Defesa Civil de Salvador (Codesal) também estará presente com vistorias em áreas de risco, orientações técnicas e atendimento sobre situações relacionadas a riscos geológicos. O órgão ainda fará o cadastramento de moradores no sistema Alerta Salvador.
As equipes promoverão atividades de capacitação por meio dos Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil (Nupdec), com entrega de certificados aos participantes.
Texto: Eduardo Santos e Fabiane Humildes / Secom PMS
Saias rodadas, vestidos de bolinha, suspensórios, chapéus, óculos e gravatas deram o tom da tarde desta quinta-feira (27) no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Itapagipe, na Cidade Baixa. O espaço recebeu o 1º Baile dos Anos 60, promovido pela Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre), reunindo 56 idosos assistidos pelos Cras Itapagipe, Bonfim e Uruguai.
Com decoração temática, músicas que marcaram época e fantasias inspiradas na década de 1960, a atividade proporcionou aos participantes uma tarde de lazer, convivência e resgate de memórias. “Não é um simples evento de lazer, mas uma política de acolhimento e valorização. Poder promover momentos como este fortalece vínculos, combate a solidão e garante que nossos idosos, que estão no centro do nosso cuidado, tenham protagonismo social, vivam com dignidade, alegria e o respeito que merecem”, destacou o secretário Júnior Magalhães, titular da Sempre.
O baile encerrou o ciclo de atividades dedicado ao “saber dos mais velhos”, com ações voltadas ao resgate de memórias e à valorização das histórias dos idosos. Segundo Soraia Azevedo, coordenadora do Cras Itapagipe, a iniciativa vai além do aspecto lúdico e contribui para o fortalecimento da autoestima e do sentimento de cidadania dos participantes. “Idade não é um limitador. Eles dançam do início ao fim, são bem ativos e participam de todos os eventos, se divertindo tanto ou mais que os jovens”, afirmou.
Soraia destacou ainda que as atividades fazem parte da rotina dos Cras e proporcionam momentos de convivência e integração. “Eles deixam a rotina para viver um dia diferente, relembrando os tempos de juventude, com alegria e leveza. São diversas atividades realizadas aqui, como passeios, caminhadas e festas do calendário mensal”, lembrou.
Acolhimento – A disposição dos participantes também marcou a programação. Aposentado e morador do Caminho de Areia, Lourival Menezes, de 71 anos, contou que aproveita as atividades para se divertir e fazer novas amizades. “Tenho um ótimo relacionamento com todos, me divirto bastante com as oportunidades apresentadas aqui. São alternativas que nos dão para não ficar em casa o tempo todo. Aqui, nós nos divertimos, passamos o tempo e fazemos novos amigos”, afirmou.
O mesmo sentimento é compartilhado por Maria Augusta Ferreira, de 73 anos, uma das vencedoras do concurso de fantasias realizado durante o baile. “Adoro dançar, participar de festas, bailes e brincadeiras. Convivo com essas pessoas e participo desses eventos há algum tempo. Venho para Itapagipe, vou ao Bonfim e ao Uruguai, sempre participando dessas festas e matando a saudade”, contou.
Reportagem: Eduardo Santos / Secom PMS
Para facilitar cada vez mais a vida dos cidadãos, a Prefeitura de Salvador disponibiliza uma série de ferramentas digitais que agilizam solicitações, atendimentos, pedidos e serviços públicos. Conforme a Companhia Salvador Cidade Inteligente(Smart) , a gestão municipal trabalha atualmente com uma estratégia integrada de Governo Digital, com o Salvador Digital como principal hub de serviços e relacionamento com a população.
São ferramentas que fortalecem o monitoramento, planejamento e tomada de decisão, com reflexo direto na melhoria dos serviços prestados.
A diretora de Transformação Digital da Smart, Lorena Borges, explica que o Salvador Digital reúne, em um único ambiente, a Carta de Serviços do Município, permitindo pesquisar serviços, consultar requisitos, realizar solicitações, enviar documentos e acompanhar o andamento dos pedidos.
“O acesso à plataforma utiliza o login único do GOV.BR, facilitando a identificação do cidadão e evitando a necessidade de múltiplos cadastros. O Salvador Digital também se conecta a diferentes canais de atendimento, como portal, aplicativo, WhatsApp, telefone 156 e atendimento presencial, ampliando as possibilidades de acesso aos serviços públicos e integrando as informações. Além disso, a plataforma vem incorporando recursos de acessibilidade e mecanismos de busca mais inteligentes, tornando mais simples encontrar o serviço desejado”, afirma a diretora.
Nas áreas de Inteligência Geoespacial e Dados Analíticos, a Prefeitura dispõe de um conjunto de soluções que amplia o acesso à informação e contribui para uma gestão cada vez mais orientada por dados.
Na geotecnologia, destacam-se o Portal Salvador Dados, o Geo Salvador e o Mapa Digital de Salvador, que disponibilizam dados, indicadores, mapas e informações territoriais sobre temas como planejamento urbano, meio ambiente, mobilidade, infraestrutura, equipamentos públicos e aspectos socioeconômicos.
Ferramentas como o Observatório SUAS, BI Novo Ambulante, BI Capacitação e Portal da Transparência são soluções, na área analítica, que transformam dados em indicadores para acompanhamento de políticas e serviços públicos. No arsenal digital da Prefeitura, existem ainda outros recursos que auxiliam no monitoramento da regulação do transporte público, acompanhamento de tarifas, subsídios e equilíbrio econômico das concessões. Já os painéis do Centro de Operações do Carnaval integram informações de diversos órgãos durante o período da festa.
Soluções online – Atualmente, o cidadão de Salvador já consegue resolver diversas demandas de forma totalmente digital, sem precisar se deslocar a uma unidade da Prefeitura. São 90 serviços totalmente digitais.
O Salvador Digital reúne serviços de áreas como saúde, assistência social, Fazenda, mobilidade, trabalho, empreendedorismo e serviços urbanos, a exemplo de solicitações de consultas e exames, medicamentos e serviços do Cadastro Único, emissão de certidões e parcelamento de débitos, serviços para táxi e transporte escolar, além de solicitações de manutenção urbana, como poda de árvores, iluminação pública e tapa-buracos.
Existem também serviços específicos realizados integralmente pela plataforma, como a emissão da Carteira do Autista e da Carteira do Atleta Salvador, além de iniciativas de proteção à mulher, como o Botão Lilás, que permite registrar relatos de agressão pelo WhatsApp, Portal Salvador Digital e 156.
Acessos – Entre os serviços de maior procura, estão i Cadastro Único (CadÚnico), marcação de consultas e exames, dispensação de medicamentos, Cartão SUS, oportunidades de emprego pelo Simm e solicitações relacionadas à iluminação pública.
O Salvador Digital já ultrapassou 1,4 milhão de cadastros e 2,8 milhões de atendimentos desde sua implantação, em 2023.
Para quem ainda não está familiarizado com os serviços digitais, existem orientações e canais de apoio para auxílio. A estratégia de atendimento mantém diferentes canais: Salvador Digital, aplicativo, WhatsApp, telefone 156 e atendimento presencial, inclusive nas Prefeituras-Bairro. A plataforma também conta com recursos de acessibilidade, como Libras e conteúdo audiodescritivo.
Texto: Priscila Machado / Secom PMS
Há menos de dois anos, Tainá Vitória Santos, de 26 anos, deixou para trás a situação de rua e iniciou uma nova etapa de vida ao lado do filho Rafael, hoje com dois anos. Ela guarda na memória a data que marcou essa mudança: 3 de setembro de 2024, quando começou a participar do Programa Vida Nova Empregabilidade e conquistou um emprego formal.
A história de luta de Tainá começou pouco antes de descobrir que estava grávida. Ela vivia com o ex-marido e ambos trabalhavam, mas houve um momento em que ficaram desempregados e precisaram morar na casa da mãe dela. Após uma discussão, Tainá foi expulsa de casa com o então esposo e descobriu que estava gestante.
“Saímos de casa, fomos para Itapuã. Eu tive que vender o meu celular para poder me manter até me organizar, mas o dinheiro acabou e nós ficamos uns dez dias na rua. Foi um tempo de luta e de sofrimento. Eu estava com um barrigão, não aguentava mais andar, o pé inchado. O que mais me deixava aflita naquele período é que eu pensei que nunca fosse sair daquela situação. Porta fechada de um lado, porta fechada de outro. Todo mundo virou as costas, e eu ficava sem entender o motivo”, conta.
Em dezembro de 2023, ela foi acolhida pelo Serviço Especializado em Abordagem Social (Seas), da Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre). A partir desse momento, iniciou um processo de reconstrução da própria vida.
O casal foi encaminhado para uma Unidade de Acolhimento Institucional (UAI), na Cidade Baixa. Depois, Tainá se separou e foi viver com o filho em uma UAI voltada para famílias, até passar a receber o auxílio-aluguel e o auxílio complementar para a compra dos móveis.
“Eu fui morar em Cajazeiras e, logo depois, fui chamada para fazer parte do programa Vida Nova Empregabilidade. É o meu segundo trabalho de carteira assinada e eu estou amando. Se eu pudesse, nem sairia mais. Hoje, onde eu estou, as pessoas me abraçaram. Eu não vejo preconceito, não vejo olhar diferente. Todos aqui me tratam com respeito e igualdade. Aqui eu me sinto bem”, diz.
Detalhes que, às vezes, podem passar despercebidos são muito valorizados por ela: “Hoje, eu chego em casa todos os dias e agradeço a Deus por estar bem, por ter uma cama, um lugar quente para dormir. Quando chove, é que eu fico mais grata ainda por ter conseguido essa oportunidade”.
Atendimento – Tainá trabalha, atualmente, como atendente no Cadastro Único para programas sociais, ajudando outras pessoas a se cadastrarem e atualizarem os dados para receber ou continuar recebendo benefícios socioassistenciais. No dia a dia, utiliza o computador, acessa programas oficiais e realiza cópias e impressões de documentos, quando necessário.
“Eu acho gratificante poder ajudar outras pessoas com o meu trabalho, porque eu já passei por uma situação parecida, de dificuldade. É muito importante para mim. Quem realmente quer um futuro tem a chance de crescer por meio desse programa da Prefeitura, porque foi uma porta que se abriu quando parecia que todas as outras estavam fechadas. Hoje, eu consigo fazer meus cursos de qualificação, tenho direito a coisas melhores para mim e para o meu filho. Posso crescer muito mais e ir além. Eu só tenho que agradecer, primeiramente a Deus, depois à Prefeitura que, por meio do Vida Nova, viu um potencial em mim e acreditou”, afirma.
Com o emprego formal, Tainá já sonha em voltar a cursar Enfermagem, graduação que precisou interromper, e também em conquistar a casa própria.
Funcionamento – Criado pela Sempre para promover autonomia, inclusão produtiva e superação da vulnerabilidade social, o Programa Vida Nova Empregabilidade oferece oportunidades de trabalho formal para pessoas em situação de rua acompanhadas pela rede socioassistencial do município.
Os participantes são inicialmente inseridos em postos de trabalho vinculados à estrutura da Sempre e recebem, além da remuneração e dos direitos trabalhistas, auxílio-aluguel, apoio para aquisição de mobiliário e acompanhamento psicossocial realizado por uma equipe especializada.
Desde outubro de 2025, a iniciativa tornou-se política pública municipal, por meio da Lei nº 9.874. Após a experiência profissional nos equipamentos da secretaria, os beneficiários passam a ser encaminhados para outras oportunidades do mercado de trabalho e contam com todo o apoio da Prefeitura durante o processo.
As vagas abertas com a migração desses profissionais são disponibilizadas para novos participantes, dando continuidade ao ciclo do programa e ampliando as oportunidades para que outras pessoas conquistem dignidade, independência financeira e autonomia.
Reportagem: Ana Virgínia Vilalva/ Secom PMS
Para alguns corredores, cruzar a linha de chegada representa mais do que completar uma prova. É também superar barreiras que começam muito antes do sinal de largada. Na Maratona Salvador, que acontece nos dias 26 e 27 de setembro, no Centro de Convenções Salvador, na orla da Boca do Rio, atletas com deficiência estarão entre os milhares de participantes que vão percorrer distâncias de 5 km, 10 km, 21 km e 42 km, além dos desafios de 5 km + 21 km e 10 km + 42 km.
O coordenador da prova e diretor da MP3 Marketing, Douglas Cerqueira, afirma que, em 2026, a competição já soma 66 PCD inscritos, e as vagas permanecem abertas até o dia 20 de setembro, ou enquanto houver vagas disponíveis por meio do site https://goo.su/EeyCj . O evento acontece com apoio da Prefeitura de Salvador, através da Empresa Salvador Turismo (Saltur).
“Provavelmente vamos superar o número de PCD de 2025. Percebo que esse crescimento tem relação com dois pontos: primeiro, que todo atleta PCD, mediante a apresentação da documentação, tem 50% de desconto, e isso é um estímulo. O segundo ponto é a vinda de profissionais do Comitê Paralímpico Brasileiro, que fazem uma classificação dos PCD de forma justa e isonômica na sua categoria. A partir dessa classificação e da própria competição, os corredores adquirem índices para competir no Brasil e até no mundo.”
A organização da Maratona Salvador criou há cerca de três anos um método próprio de classificação para ampliar a participação de atletas com diferentes tipos de deficiência, incluindo cadeirantes, amputados, deficientes intelectuais e com deficiência visual.
Até o momento, estão inscritos 11 atletas para 5 km, sete para 10 km, 23 para 21 km, 15 para 42 km, outros sete para o desafio 5 km + 21 km e três para o desafio 10 km + 42 km.
Entre os atletas PCD está a guardadora de carros da Zona Azul Angelina Nascimento, de 60 anos, atleta cadeirante que participou de todas as edições do evento, desde quando a prova ainda acontecia na orla da Barra.
Ela teve as pernas paralisadas após desenvolver um distúrbio neurológico chamado de polineuropatia, após contato com água de esgoto, e encontrou no esporte a força para viver. Ao todo, são 15 anos como atleta de rua e outros 15 como atleta PCD.
“A corrida foi a coisa mais importante na minha vida. Eu morei um ano em hospital e, logo em seguida, comecei o tratamento. Eu caí, mas me levantei mais forte e enfrentando os obstáculos. Cada dia da minha vida, eu aprendo e tenho evolução maior. O esporte foi tudo, me ajuda a trabalhar a depressão, tenho meus altos e baixos e vou para cima, buscando meus objetivos.”
Neste ano, mais uma vez, ela fará os 42 km. Morador de Plataforma, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, José Bonifácio Soares Filho, conhecido como Baby Maratonista, tem 55 anos e é PCD de baixa visão. Há 27 anos, ele participa das corridas de rua.
“Sou muito grato a Deus por existir esse esporte, principalmente para nós, pessoas com deficiência. Comecei em 1999 como curiosidade. No mesmo ano, participei de uma corrida oficial realizada pela Federação Baiana de Atletismo, chamada Corrida Eliminatória da São Silvestre. Corri e por ironia do destino, ganhei em um sorteio uma passagem de ida e volta para São Paulo para participar da São Silvestre. Fiz os 15 km no meio de 13 mil pessoas e ainda consegui bater a meta: fiquei entre os mil primeiros colocados”, relata.
Ano passado, o atleta concluiu 42 km em 3h28min, chegando em segundo lugar como PCD.
O treinador de Angelina e de José Bonifácio, Felipe Albuquerque, conhecido como Chokito, afirma que a estrutura fisiológica da preparação para a maratona segue os princípios do treinamento de endurance.
Chokito lembra que, para atletas PCD, a individualização precisa ser ainda maior. “O ponto central não é simplesmente adaptar o treino de uma pessoa com deficiência, mas entender como aquele atleta produz movimento, quais são suas limitações funcionais, quais compensações aparecem com a fadiga e quais são as exigências específicas da sua categoria. Eu procuro estruturar a preparação em cinco frentes: avaliação funcional e clínica; técnica específica; força; desenvolvimento aeróbio e especificidade da maratona.”
Avaliação – Para garantir a participação dentro das regras do esporte paralímpico, os atletas passam por avaliação realizada por uma banca de classificadores do Comitê Paralímpico Brasileiro. A classificação considera as características funcionais de cada participante e define a categoria em que ele poderá competir.
As categorias atestadas pelos classificadores serão: Cadeirante (CAD) – Rodas esportivas (três rodas, duas grandes e uma pequena); Deficiente Visual (DV) – T11, T12 e T13; Amputados de Membros Inferiores (AMP) – T42, T43 e T44; Amputados de Membros Superiores (DMS) – T45 e T46; Deficiente Intelectual (DI) – T20; e PCD Geral – demais categorias de paratletas.
Todas as categorias darão prêmios com troféus, sendo que as que são 42 km e 21 km concederão também prêmio em dinheiro.
Texto: Priscila Machado / Secom PMS
Toda adolescente sonha em celebrar os 15 anos ao lado de amigos e familiares, registrando em fotografias e memórias a magia desse momento. Para ajudar a tornar esse sonho realidade, a Prefeitura de Salvador, por meio da Prefeitura-Bairro Cabula, em parceria com outras pastas do Município e com o Shopping Bela Vista, promoveu, na noite desta terça-feira (25), a primeira edição do projeto ‘Brilha, Menina’. A iniciativa contemplou a realização de uma festa completa de 15 anos, com decoração, iluminação, trajes, buffet e o tradicional baile.
O evento reuniu 26 adolescentes indicadas por escolas, Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e associações comunitárias da região do Cabula e Tancredo Neves. Maquiadas e com vestidos de gala, elas participaram de um desfile diante do público presente, em um momento marcado por emoção e simbolismo e registrado por fotógrafos parceiros.
“É um sonho meu e da minha mãe. Nós imaginamos muito esse momento e eu fiquei emocionada quando fui selecionada para participar. Eu agradeço a todos que promoveram essa festa linda. Minha mãe me contou, chorando, quando soube que eu iria participar. O momento que eu mais esperei foi a valsa, porque sempre imaginei poder dançar com o meu irmão”, contou a debutante Jaciane Pereira.
Responsável pela seleção de Jaciane, Renilda Sales, coordenadora do CRAS Modelo Simonne Alice Debouck, no bairro de Narandiba, falou sobre a adolescente e a importância da iniciativa. “Nós acompanhamos Jaciane e a mãe dela e sabemos das dificuldades da família. Quando a mãe recebeu o convite, ficou muito emocionada, pois sempre sonhou com esse dia, mas não tinha condições de fazer. Então, hoje estamos realizando vários sonhos, tanto das adolescentes como das mães e familiares. Acredito que para a autoestima delas será um momento marcante e inesquecível. É uma festa que valoriza também essas meninas”, afirmou.
A também debutante Sheila Vitória de Souza, selecionada pela Associação dos Moradores de Nova Sussuarana, contou que a experiência representou a realização o sonho de viver um dia de princesa. “Foi algo que eu sempre quis: ter uma festa, um vestido. É um dia de princesa, algo que muitas pessoas não conseguiriam sem a iniciativa dessas pessoas que estão realizando e apoiando o evento. Quando eu soube que ia participar, fiquei muito feliz. Hoje estou acompanhada de minha mãe, do meu avô, da minha tia e do meu príncipe, vivendo não apenas a realização do meu sonho, mas também o de outras 25 meninas”, disse, orgulhosa.
Para o secretário da Sempre, Júnior Magalhães, que também participou da valsa, foi uma grande satisfação apoiar a realização do ‘Brilha, Menina’. “Comemorar os 15 anos vai muito além de uma festa: é reconhecer uma etapa importante, fortalecer a autoestima, valorizar a identidade e celebrar sonhos que, muitas vezes, são adiados pelas dificuldades financeiras. Para nós, incentivar esse projeto é também acreditar no potencial de cada menina, ampliar suas perspectivas de futuro e mostrar que elas podem sonhar, ocupar espaços e construir novos caminhos. É uma iniciativa que fortalece vínculos entre famílias, escolas, CRAS e comunidades, promovendo oportunidades e contribuindo para uma Salvador mais inclusiva e com mais possibilidades para nossas meninas”, afirmou.
Autoestima – O ‘Brilha, Menina’ tem caráter sociocultural e socioeducativo e busca valorizar uma importante etapa da vida das adolescentes, marcada pela construção da identidade, pelo fortalecimento da autoestima e pela ampliação das perspectivas de futuro. O projeto foi idealizado pela Prefeitura-Bairro Cabula para oferecer às adolescentes uma experiência de valorização e fortalecimento da autoestima.
Antes da cerimônia, as jovens participaram de uma jornada de preparação composta por encontros, atividades de integração e momentos de convivência que estimularam reflexões sobre identidade, pertencimento, autoestima, projetos de vida e protagonismo juvenil.
“Desde 2022, enquanto prefeito-bairro da Cidade Baixa, nós tínhamos pensado no projeto, mas não conseguimos implementar à época. Aqui no Cabula, encontrei um terreno fértil e parceiros que possibilitaram fazer esse evento, a exemplo do Shopping Bela Vista, da Sempre, Secretaria de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ), Secretaria Municipal da Educação (Smed), Prefeituras-Bairro, Secretaria de Cultura e Turismo (Secult) e Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob). Então, é um evento que integra diversas secretarias da Prefeitura”, revelou André Maracajá, diretor da Prefeitura-Bairro Cabula/Tancredo Neves.
Ele ressaltou ainda a emoção vivenciada durante a preparação para a festa. “Nós temos relatos aqui que são fantásticos, de meninas que nunca se maquiaram e que nunca pensaram que conseguiriam realizar o sonho de debutar. A ideia era contemplar uma menina para cada bairro da região, mas, por motivos muito especiais que nos comoveram, resolvemos encarar esse desafio de estender e contemplar um pouco mais debutantes. Hoje elas estão muito bem vestidas, maquiadas, com cabelo feito, tomaram café e almoçaram conosco, tiveram a possibilidade de escolher os seus vestidos e fizeram um desfile belíssimo”, afirmou.
Reportagem: Eduardo Santos / Secom PMS
Buscando transformar a experiência de jovens em situação de vulnerabilidade social, a Prefeitura de Salvador promove a primeira edição do projeto “Brilha, Menina”, que consiste na realização de um baile de debutantes. O evento, organizado pelas secretarias de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre) e de Articulação Comunitária e Prefeituras-Bairro (SACPB), ocorrerá nesta terça-feira (25), das 17h às 22h, na Praça Central do Shopping Bela Vista.
A festa reunirá 26 adolescentes indicadas por escolas, Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e associações comunitárias da região do Cabula/Tancredo Neves. A iniciativa visa promover o sentimento de pertencimento e valorizar a juventude feminina de bairros populares da capital baiana.
O diretor da Prefeitura-Bairro Cabula/Tancredo Neves, André Maracajá, afirma que, além da realização da festa de 15 anos, o projeto busca proporcionar a essas jovens o desenvolvimento da autoestima. “É uma chance delas reconhecerem o próprio valor e acreditarem que são capazes de sonhar e construir novos caminhos. Queremos mostrar que toda menina merece ser celebrada, valorizada e incentivada a acreditar no futuro. Dessa forma, a festa se torna um momento simbólico de reconhecimento, mas também uma experiência que pode permanecer na memória dessas jovens, como um incentivo para novas conquistas”, diz.
Para esta edição, participarão adolescentes dos bairros do Arenoso, Arraial do Retiro, Barreiras, Beiru/Tancredo Neves, Cabula, Cabula VI, Calabetão, Centro Administrativo da Bahia (CAB), Doron, Engomadeira, Granjas Rurais Presidente Vargas, Jardim Santo Inácio, Mata Escura, Narandiba, Nova Sussuarana, Novo Horizonte, Pernambués, Resgate, Saboeiro, Saramandaia, São Gonçalo e Sussuarana.
Estrutura – O evento inclui a recepção das debutantes e suas famílias, entrada e descida das jovens para o espaço principal da celebração, ato simbólico com os pais ou responsáveis, acomodação das famílias e convidados e realização de protocolo institucional, com a participação dos representantes e parceiros do projeto.
Haverá ainda sorteio de um prêmio oferecido pela loja Baianão Móveis, um dos parceiros do evento, e valsa coletiva, além de apresentações, atrações artísticas e música com DJ.
O projeto tem o objetivo de auxiliar na realização de um sonho muitas vezes adiado por dificuldades financeiras enfrentadas pelas famílias. A preparação para o evento contou com encontros, atividades de integração e momentos de convivência, buscando estimular reflexões sobre identidade, pertencimento, autoestima, projetos de vida e protagonismo juvenil.